Passando aos tratamentos mais
tradicionais e comumente utilizados pelos médicos urologistas, encontraremos
como métodos mais modernos a litotripsia, LECO e fragmentação por ondas de
choque externa, as quais apesar de ainda muito utilizadas oferecem riscos do
desenvolvimento de outros problemas de saúde a longo prazo. Se tratarmos o
problema do ponto de vista clínico/ambulatorial/cirúrgico, encontraremos também
as técnicas para remoção dos cálculos que tem se disseminado pelos países de
primeiro mundo e que já estão disponíveis nos melhores consultórios de urologia,
que são as terapias endourológicas minimamente invasivas, nas quais o
cálculo é abordado por meio da utilização de um aparelho delicado e preciso
(ureterorrenoscópio flexível) que é introduzido pela uretra e segue pelo ureter
em direção ao rim, permitindo a visualização direta do cálculo e sua
fragmentação precisa com o laser de
Holmium.
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Sem dúvida, uma tendência mundial observada é a busca por
tratamentos cada vez menos agressivos. As pessoas estão recorrendo a medicina
oriental, a naturopatas, homeopatas, terapeutas e nutricionistas em busca de
soluções que resolvam seus problemas de saúde sem o risco de efeitos colaterais
ou danos a outras partes do organismo.
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