Também chamadas de cálculos renais, elas são formadas pelo acúmulo de certas substâncias - cálcio, ácido úrico, oxalato (um sal) ou cistina (um aminoácido) - dentro dos rins ou nos canais urinários. "É importante ressaltar que esse problema ocorre principalmente em quem tem um defeito no metabolismo, provocado por hereditariedade. A pessoa precisa já ter a predisposição para desenvolver as pedras, porque seu organismo excreta em excesso essas substâncias, que ali se acumulam", diz a nefrologista (especialista em rins) Fernanda Carvalho, da Universidade Estadual de São Paulo (Unesp). Além dessa tendência natural ao problema, existem outros fatores que podem provocar o surgimento das pedras: pouca ingestão de água (principalmente no verão) ou dieta muito rica em sal e carne vermelha.
Dentro dos rins, existem cerca de 1 milhão de estruturas chamadas néfrons, que funcionam como filtros, descartando o que não serve para o organismo e reabsorvendo o que lhe é benéfico, principalmente água. "Quando há pouca ingestão de líquido, ocorre uma concentração maior das substâncias que podem formar o cálculo. Quando ingerimos sal, os rins trocam o sódio presente nele pelo cálcio, liberando uma quantidade maior dessa substância, que é a causadora de cerca de 50% dessas pedras. Já no caso da carne vermelha, suas proteínas diminuem a capacidade que o rim tem de dissolver as substâncias em seu interior",
quarta-feira, 8 de agosto de 2012
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
TRATAMENTO
Resumidamente o tratamento dos cálculos pode ser realizado por 4 tipos de abordagem cirúrgica, dependente da localização, tamanho e tipo do calculo.
1- Litotripsia extracorpórea por ondas de choque – Nesse procedimento, não há cortes ou incisões. O paciente recebe ondas de choque que se difundem pelo corpo e concentram sobre o calculo, fragmentando-o.
2- Cirurgia percutânea – Nessa cirurgia realizamos pequenas perfurações na região lombar para acessar o calculo no interior dos rins. Por meio desses pequenos orifícios realizamos a fragmentação e remoção da pedra.
3- Ureterolitotripsia endoscópica –Nesse procedimento utilizamos um aparelho endoscópico , com uma câmera que permite visualizar o interior da bexiga e do ureter. Esse aparelho é introduzido pelo canal da urina (uretra). Assim, nao há necessidade de cortes ou incisões. Por meio desse aparelho remove-se os cálculos do interior do ureter.
4- Cirurgia convencional – Em alguns casos especiais há necessidade realizar cirurgia tradicional com incisão da parede abdominal para remoção dos cálculos diretamente pelo cirurgião.
Salientamos que as informações acima estão bastante resumidas para facilitar a compreensão. Assim, caso haja alguma duvida entre em contato conosco e não se esqueça o Urologista é o especialista que pode orientá-lo da melhor maneira.
Resumidamente o tratamento dos cálculos pode ser realizado por 4 tipos de abordagem cirúrgica, dependente da localização, tamanho e tipo do calculo.
1- Litotripsia extracorpórea por ondas de choque – Nesse procedimento, não há cortes ou incisões. O paciente recebe ondas de choque que se difundem pelo corpo e concentram sobre o calculo, fragmentando-o.
2- Cirurgia percutânea – Nessa cirurgia realizamos pequenas perfurações na região lombar para acessar o calculo no interior dos rins. Por meio desses pequenos orifícios realizamos a fragmentação e remoção da pedra.
3- Ureterolitotripsia endoscópica –Nesse procedimento utilizamos um aparelho endoscópico , com uma câmera que permite visualizar o interior da bexiga e do ureter. Esse aparelho é introduzido pelo canal da urina (uretra). Assim, nao há necessidade de cortes ou incisões. Por meio desse aparelho remove-se os cálculos do interior do ureter.
4- Cirurgia convencional – Em alguns casos especiais há necessidade realizar cirurgia tradicional com incisão da parede abdominal para remoção dos cálculos diretamente pelo cirurgião.
Salientamos que as informações acima estão bastante resumidas para facilitar a compreensão. Assim, caso haja alguma duvida entre em contato conosco e não se esqueça o Urologista é o especialista que pode orientá-lo da melhor maneira.
terça-feira, 31 de julho de 2012
Desde a mais remota antigüidade, as pedras nos rins ou os cálculos urinários causam sofrimento ao ser humano. Há quatro milênios antes de Cristo, passando pela Grécia e Roma antigas, os médicos já descreviam casos de cálculos.
Atualmente somente as doenças da próstata e infecções urinárias são mais freqüentes que os cálculos. Deve-se salientar que 12 % da população, algum dia irá apresentar um episódio de cálculo. A relação homem mulher é de quatro homens para cada mulher afetada, predominando na terceira e quarta décadas de vida.
Fatores geográficos contribuem para o aparecimento de cálculos. Áreas de temperaturas elevadas e com grande umidade são predisponentes à formação de pedras, sendo observados muitos casos durante os meses quentes de verão devido ao maior grau de desidratação.
Durante o século XX, a incidência de calculopatia nos países europeus esteve diretamente relacionada com a situação política e econômica. Durante a Primeira e Segunda Guerras Mundiais, período em que houve queda de consumo de proteína animal, ocorreu uma diminuição das pessoas com cálculos renais. Isto nos faz pensar na forte ligação existente entre a formação de cálculos e a dieta. A ingestão excessiva de alguns alimentos pode provocar, ou acelerar, distúrbios pré-existentes no nosso organismo propiciando o desequilíbrio químico necessário para a formação destes cálculos. Por exemplo:
A existência de pedras na bexiga, pode ocorrer por aumento da próstata, obstruindo parcialmente a saída de urina. Isto condiciona uma agregação de cristais e outros resíduos, que com o passar do tempo se transformam em cálculo. Uma outra causa seria condicionada pela impossibilidade do paciente eliminar uma pedra que teria descido dos rins.
O conselho médico para pessoas que tem cálculos urinários é o de beber 2-3 litros de água por dia e evitar ingestão em excesso de proteína animal, principalmente a da carne vermelha.
Atualmente somente as doenças da próstata e infecções urinárias são mais freqüentes que os cálculos. Deve-se salientar que 12 % da população, algum dia irá apresentar um episódio de cálculo. A relação homem mulher é de quatro homens para cada mulher afetada, predominando na terceira e quarta décadas de vida.
Fatores geográficos contribuem para o aparecimento de cálculos. Áreas de temperaturas elevadas e com grande umidade são predisponentes à formação de pedras, sendo observados muitos casos durante os meses quentes de verão devido ao maior grau de desidratação.
Durante o século XX, a incidência de calculopatia nos países europeus esteve diretamente relacionada com a situação política e econômica. Durante a Primeira e Segunda Guerras Mundiais, período em que houve queda de consumo de proteína animal, ocorreu uma diminuição das pessoas com cálculos renais. Isto nos faz pensar na forte ligação existente entre a formação de cálculos e a dieta. A ingestão excessiva de alguns alimentos pode provocar, ou acelerar, distúrbios pré-existentes no nosso organismo propiciando o desequilíbrio químico necessário para a formação destes cálculos. Por exemplo:
- Cálcio: o aumento de sua ingestão só deve ser controlado, em casos confirmados de pacientes com alta sensibilidade à ingestão de leite e derivados
- Sódio: sal de cozinha deve ser restringido para aproximadamente 1 colher de chá por dia.
- Proteínas: principalmente as de origem animal (carnes, peixes , aves, ovos, leite e derivados) apresentam um efeito agravante quanto à formação dos cálculos.
- Ingestão de Líquidos: o aumento da ingestão de líquidos é provavelmente a orientação mais importante que deve ser dada para estes pacientes, pois somente esta medida sem a ação de medicamentos pode reduzir em 60% a incidência destes cálculos.
A existência de pedras na bexiga, pode ocorrer por aumento da próstata, obstruindo parcialmente a saída de urina. Isto condiciona uma agregação de cristais e outros resíduos, que com o passar do tempo se transformam em cálculo. Uma outra causa seria condicionada pela impossibilidade do paciente eliminar uma pedra que teria descido dos rins.
O conselho médico para pessoas que tem cálculos urinários é o de beber 2-3 litros de água por dia e evitar ingestão em excesso de proteína animal, principalmente a da carne vermelha.
quinta-feira, 26 de julho de 2012
Sobre Clinica
O nosso endereço é Rua R 2, nº 78, Setor Oeste - Goiânia, Goiás. Nosso corpo clínico é aberto e se compõe de aproximadamente 30 médicos que realizam procedimentos. Seu diretor clínico é o Dr. Wilton Adriano da Silva Filho.
Breve Histórico
Na intenção de por à disposição da comunidade goiana e do Centro-Oeste o que havia de mais moderno em tratamento de cálculo renal, o médico Wilton Adriano da Silva (in memorian) encabeçou, em 1989, o desafio de trazer para Goiânia o primeiro equipamento para Litotripsia Extracorpórea - ou quebra de Cálculo por Ondas de Choque.
O assunto ainda era novidade no mundo da medicina. A descoberta da Litotripsia Extracorpórea aconteceu ainda em 1982, e o primeiro equipamento chegou ao Brasil 3 anos depois. Até então, os procedimentos para retirada do cálculo eram feitos por meio de incisões (céu aberto) ou através de passagem de sondas.
Foi um grande avanço para a Urologia no Centro-Oeste, uma vez que, poucos anos após o desenvolvimento da tecnologia, Goiânia já atuava no segmento.
De 1989 para cá, a Clínica do Cálculo vem se modernizando no tratamento de Cálculo Renal por Ondas de Choque. Sua diretoria está sempre atenta às evoluções científicas. Desde sua fundação, a Clínica do Cálculo já tratou quase 10.000 pessoas, e hoje conta com uma unidade de tratamento em Goiânia.
Breve Histórico
Na intenção de por à disposição da comunidade goiana e do Centro-Oeste o que havia de mais moderno em tratamento de cálculo renal, o médico Wilton Adriano da Silva (in memorian) encabeçou, em 1989, o desafio de trazer para Goiânia o primeiro equipamento para Litotripsia Extracorpórea - ou quebra de Cálculo por Ondas de Choque.
O assunto ainda era novidade no mundo da medicina. A descoberta da Litotripsia Extracorpórea aconteceu ainda em 1982, e o primeiro equipamento chegou ao Brasil 3 anos depois. Até então, os procedimentos para retirada do cálculo eram feitos por meio de incisões (céu aberto) ou através de passagem de sondas.
Foi um grande avanço para a Urologia no Centro-Oeste, uma vez que, poucos anos após o desenvolvimento da tecnologia, Goiânia já atuava no segmento.
De 1989 para cá, a Clínica do Cálculo vem se modernizando no tratamento de Cálculo Renal por Ondas de Choque. Sua diretoria está sempre atenta às evoluções científicas. Desde sua fundação, a Clínica do Cálculo já tratou quase 10.000 pessoas, e hoje conta com uma unidade de tratamento em Goiânia.
quarta-feira, 25 de julho de 2012
Chá de Quebra Pedra - Receita Natural
A planta quebra pedra é amplamente encontrada em todo o país e, não é a toa que ela tem este nome. Ela é muito procurada para eliminar cálculos nos rins. Aqui veremos como fazer um chá para pedras nos rins, mas que tem outras utilidades também como analgésico, anti espasmos e para combater a hepatite B.

Quebra Pedra
Você vai precisar de:
- 2 colheres de sopa de quebra-pedra seca
- Um litro de água
Modo de Preparo:
Ferva a água e acrescente o quebra pedra. Tape a panela e deixe por cinco minutos.Posologia
Beba o chá de quebra-pedra durante todo o dia em pequenas quantidades.terça-feira, 24 de julho de 2012
Sucos para tratar as Pedras nos Rins
O que são cálculos renais? Também chamadas
de pedras nos rins são formações á base de fosfato e oxalatos
de cálcio e cristais de ácido úrico. Localizam-se nos condutos internos dos rins
em formas de pequeníssimas pedras. Quando elas se desprendem e obstruem o
caminho da urina, na uretra causam uma dor intensa que pode levar até mesmo ao
desmaio.Causas: pode ser em consequência do uso exagerado de leite, água mineralizada, excesso de cálcio na alimentação.. As pessoas com cálculos renais devem tomar de dois a três litros de água diariamente.
Suco para cálculos renais
- 100ml de acerola ou camu-camu
- 10g de germe de trigo
- 1000ml de babosa
- 10g de quebra-pedra
Suco diurético, que evita a formação de pedras nos rins, ajudando a eliminá-las
- 1 colher de sopa de folhas de trigo-sarraceno
- 2 ramos de quebra-pedra
- 1 colher de sopa de brotos de alfafa
- 1 folha de couve
- 2 folhas de repolho
- ½ cenoura
- 1 copo de água
Abafe por 10 minutos e deixe esfriar. Misturar, então ao suco.
Dose recomendada: tomar 5 a 6 copos ao dia, longe das refeições.
Principais elementos terapêuticos
Acerola ou camu-camu: riquíssimos em vitamina C, ajuda a diminuir a acidez da urina, evitando a proliferação de bactérias.Germe de trigo: contem vitamina B6, que ajuda a controlar a produção de oxalato de cálcio e tem uma ação desintoxicante.
Trigo-sarraceno: combate o excesso de colesterol e contém vitaminas A, E e B, é rico em ácidos grazos insaturados (linoleico)
Alfafa, repolho e couve: têm ação sobre a formação de cálculos ou pedras nos rins.
Cenoura: além de possuir betacaroteno, possui magnésio; que reduz a absorção de cálcio e vitamina V, e ajuda a acidificar a urina. A maioria dos cálculos não se forma com urinas ácidas. Ela também tem o poder de proteger as mucosas.
Quebra-pedra: como seu nome já diz, ajuda a dissolver areias e cálculos renais. Pesquisas feitas pela Escola de Medicina confirmam esta propriedade.
sexta-feira, 20 de julho de 2012
Atualmente, qual é o tratamento mais moderno
para eliminar cálculos renais?
Passando aos tratamentos mais
tradicionais e comumente utilizados pelos médicos urologistas, encontraremos
como métodos mais modernos a litotripsia, LECO e fragmentação por ondas de
choque externa, as quais apesar de ainda muito utilizadas oferecem riscos do
desenvolvimento de outros problemas de saúde a longo prazo. Se tratarmos o
problema do ponto de vista clínico/ambulatorial/cirúrgico, encontraremos também
as técnicas para remoção dos cálculos que tem se disseminado pelos países de
primeiro mundo e que já estão disponíveis nos melhores consultórios de urologia,
que são as terapias endourológicas minimamente invasivas, nas quais o
cálculo é abordado por meio da utilização de um aparelho delicado e preciso
(ureterorrenoscópio flexível) que é introduzido pela uretra e segue pelo ureter
em direção ao rim, permitindo a visualização direta do cálculo e sua
fragmentação precisa com o laser de
Holmium.
|
Sem dúvida, uma tendência mundial observada é a busca por
tratamentos cada vez menos agressivos. As pessoas estão recorrendo a medicina
oriental, a naturopatas, homeopatas, terapeutas e nutricionistas em busca de
soluções que resolvam seus problemas de saúde sem o risco de efeitos colaterais
ou danos a outras partes do organismo.
A cura de Pedra nos Rins é a boa prevenção
A
prevenção de pedras nos rins
A única maneira de prevenir pedras nos rins é uma ingestão diária de fluidos significativa, especialmente água com baixo teor de minerais. Algumas fontes recomendada de beber 2-3 litros de água por dia, mas esta prática deve ser seguida rigorosamente apenas aos casos em que há uma predisposição clara clara do assunto para a recaída. Para casos menos graves, é conveniente beber normalmente, acrescentando 300-500 ml de água em uma ocasião especial do dia, pequeno-almoço, por exemplo (chá levemente adocicado, sucos de frutas de baixas calorias, etc.).
Dieta - O papel da dieta não é de todo clara. Para mais detalhes visite o site Dieta artigo de pedras nos rins.
Exercício - atividade física regular é recomendado por todos. Deve-se notar, entretanto, que alguns esportes de endurance (corrida, caminhada triathlon, etc.) Se praticada de forma intensiva (por exemplo, mais de 70-80 km por semana) promover o turnover de cálcio (remodelação óssea mais rápido) e depois tornam-se fatores predisponentes.
A única maneira de prevenir pedras nos rins é uma ingestão diária de fluidos significativa, especialmente água com baixo teor de minerais. Algumas fontes recomendada de beber 2-3 litros de água por dia, mas esta prática deve ser seguida rigorosamente apenas aos casos em que há uma predisposição clara clara do assunto para a recaída. Para casos menos graves, é conveniente beber normalmente, acrescentando 300-500 ml de água em uma ocasião especial do dia, pequeno-almoço, por exemplo (chá levemente adocicado, sucos de frutas de baixas calorias, etc.).
Dieta - O papel da dieta não é de todo clara. Para mais detalhes visite o site Dieta artigo de pedras nos rins.
Exercício - atividade física regular é recomendado por todos. Deve-se notar, entretanto, que alguns esportes de endurance (corrida, caminhada triathlon, etc.) Se praticada de forma intensiva (por exemplo, mais de 70-80 km por semana) promover o turnover de cálcio (remodelação óssea mais rápido) e depois tornam-se fatores predisponentes.
quinta-feira, 19 de julho de 2012
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
Dieta, o que comer com Cálculo renal (Pedra nos Rins)
As pedras
nos rins (nefrolitíase também) é uma
desordem caracterizada pela formação de pequenas massas consistem em cristais de
sais de cálcio, magnésio ou de amônio ou ácido úrico, cálculos chamados, eles
são gerados para a remoção de não-minerais
que, em condições não patológica, é
através da urina. Os
cálculos são formados nos rins, mas também pode mover no
trato urinário ou da bexiga. Para
mais informações sobre o assunto, no entanto, consulte o nosso
artigo pedras nos rins
(cálculos renais).Não
está claro o papel da dieta na formação de cálculos. Costumamos
falar de limitar a ingestão de oxalato com o poder, mas a situação é muito
complexa. Na
verdade, a absorção de oxalato é proporcional apenas ao conteúdo dos alimentos
ingeridos (o conteúdo de certos alimentos também depende da cultura, variedade,
processamento, etc.), Mas também a capacidade de absorção do assunto e fatores
predisponentes. Enquanto
muitos autores estão pressionando por uma redução líquida de ingestão de cálcio
(reduzida, mas pode levar a outros problemas, como, por exemplo, osteoporose),
outros argumentam que a ingestão de 1,2 a 1,6 g de
cálcio por dia através de lácteos diminui reincidência. Nem
sequer claro o papel da vitamina C: Alguns estudos indicam que 4 g de vitamina C
por dia (uma dose muito alta) favorecem a formação de pedras
(aquelas feitas de oxalato de cálcio), outros não confirmam essa hipótese
deve ser enfatizado que, em citrus
é a vitamina C, mas, ao mesmo tempo que o ácido cítrico derreter cálculos.
Todos
concordam sobre a conveniência de uma redução do sal que aumenta a concentração
de cálcio na urina. Recomenda-se
geralmente a hidratação adequada, porque o único método de prevenção de pedras
nos rins parece ser uma ingestão
diária de fluidos significativa, especialmente água com baixo teor de
minerais.Algumas
fontes recomendada de beber 2-3 litros de água por dia, mas esta prática deve
ser seguida rigorosamente apenas aos casos em que há uma predisposição clara
claro
para a recorrência do assunto. Para
casos menos graves, é conveniente beber
normalmente, acrescentando 300-500 ml de água em uma ocasião especial do dia,
pequeno-almoço, por exemplo (sucos de frutas de baixas calorias).
Em
termos de orientação geral, uma estratégia vice-alimentares para
prevenir a formação de pedras nos rins
pode ser o seguinte:
hidratação adequada
redução do uso de sal eo consumo de alimentos muito salgados, para os atletas redução de suplementos de sal
reduzindo o consumo de carne preservada e certos tipos de peixes
Reduzindo o consumo de alimentos são particularmente ricos em oxalatos
consumo adequado de alimentos ricos em fibras.cálculos dieta alimentar renaliRiguardo para evitar ou limitar é importante para limitar a esses críticos que teve vários episódios, de modo a não excluir praticamente toda a dieta! Relatamos, portanto:
carne (fumados, em conserva, ensacados)
frios
fígado
rim
Alguns tipos de peixe (anchova, arenque e sardinha)
crustáceos e moluscos
Cacau e chocolate
Café, chá e refrigerantes em geral
espargos, beterraba, folhas de beterraba, acelga, repolho, feijão, feijão, lentilha, ervilha, espinafre, ruibarbo, aipo, chicória, escarola, alho-poró
morangos, framboesas, groselhas e outras bagas
frutas secas
álcool e bebidas espirituosas.
hidratação adequada
redução do uso de sal eo consumo de alimentos muito salgados, para os atletas redução de suplementos de sal
reduzindo o consumo de carne preservada e certos tipos de peixes
Reduzindo o consumo de alimentos são particularmente ricos em oxalatos
consumo adequado de alimentos ricos em fibras.cálculos dieta alimentar renaliRiguardo para evitar ou limitar é importante para limitar a esses críticos que teve vários episódios, de modo a não excluir praticamente toda a dieta! Relatamos, portanto:
carne (fumados, em conserva, ensacados)
frios
fígado
rim
Alguns tipos de peixe (anchova, arenque e sardinha)
crustáceos e moluscos
Cacau e chocolate
Café, chá e refrigerantes em geral
espargos, beterraba, folhas de beterraba, acelga, repolho, feijão, feijão, lentilha, ervilha, espinafre, ruibarbo, aipo, chicória, escarola, alho-poró
morangos, framboesas, groselhas e outras bagas
frutas secas
álcool e bebidas espirituosas.
quarta-feira, 18 de julho de 2012
Cálculos renais:remédios caseiros e tratamento das pedras nos rins

Os cálculos renais , vulgarmente conhecidos por presença de pedras nos rins , são formados em decorrência a problemas no sistema urinário humano, devido ao aumento de cálcio ou de outros sais (oxalato ou fosfato) na urina por causa de algumas doenças.
Existem vários remédios naturais para expulsar os cálculos dos rins como o chá de quebra-pedra,receita caseira para combater os cálculos renais, que tem até comprovação científica. Pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) estudaram a Phyllantus niruri, nome científico da planta.
Apesar de ainda não terem compreendido todo o mecanismo de ação do chá, os cientistas já sabem que ele reverte a polaridade da carga dos cristais de oxalato de cálcio, o componente químico do qual é feita a maioria das pedras renais, impedindo que se aglomerem para formar os cálculos.
As pesquisas também revelaram que o chá relaxa o sistema urinário, ajudando o organismo a eliminar as pedras.
- Na pior das hipóteses, o chá de quebra-pedra é tão eficaz como as drogas convencionais usadas paratratar de cálculos renais – afirma Nestor Schor, nefrologista da Unifesp.
Outra forma de combater esse mal é fazer uma receita com um caroço de abacate com casca ralado; 1 garrafa de cerveja preta. Misture dentro da garrafa, enterre por 8 dias e depois disso tome: 1 colher de sopa 3 vezes ao dia.
Se com todas essas receitas você não conseguir expelir os cálculos renais procure imediatamente ummédico especialista, o nefrologista ou o urologista , pois o problema pode ter conseqüências bastante sérias.
terça-feira, 17 de julho de 2012
Revista Circuito •Fevereiro 2010
27
Urologia
Pedras nos rins: conheça mais sobre
esta doença e saiba como preveni-la
As pedras nos rins – ou cálculos renais – representam uma das
doenças mais comuns nos dias atuais. Na especialidade da Urologia,
está em terceiro lugar em frequência, perdendo apenas para as
doenças da próstata e as infecções urinárias. Levantamentos
estatísticos nos Estados Unidos indicam que até 12% da população
terá pedras nos rins em algum momento da vida. No Brasil, com seu
clima tropical, espera-se uma incidência equivalente ou maior à dos
Estados Unidos. Mas por que elas aparecem? Fatores ambientais e
individuais são tidos como causas da formação de cálculos. Sua
incidência vem aumentando ao longo dos anos, e diversas podem
ser suas causas: a possível relação com o aquecimento global e o
processo de urbanização não planejado transformam cidades em
“ilhas de calor”, com escassas áreas verdes. Tanto a influência
geográfica, relacionada à temperatura elevada, como fatores
culturais regionais, principalmente relacionados a hábitos
alimentares, contribuem para o crescente número de casos de
pedras nos rins. Apesar de não haver estudos recentes, observa-se,
de forma assustadora, que até crianças vêm apresentando cálculos
renais, e cada vez mais precocemente, a partir de 5 anos de idade.
A predisposição genética é a principal causa individual da doença,
observada em 50% a 60% dos pacientes. Em segundo lugar,
podemos agrupar os hábitos alimentares inadequados, como a baixa
ingestão de líquidos e o consumo excessivo de sal e proteínas. Em
terceiro lugar, agrupamos condições especiais, como infecções
urinárias por bactérias produtoras de cálculos, distúrbios
metabólicos e alterações anatômicas com situações de baixo fluxo
urinário. O mecanismo comum a todos os casos é a hipersaturação
(hiperconcentração) da urina por sais como oxalato, fosfato, cálcio
e ácido úrico, que provocam a precipitação de cristais microscópicos
que se combinam até formar as pedras. Determinadas doenças
metabólicas, como gota, hiperparatireoidismo e acidose tubular
renal, podem ser simultaneamente diagnosticadas em pacientes
que manifestam cálculo de forma recorrente, bilateral ou de rápido
crescimento. Entretanto, a grande maioria está na categoria da
doença idiopática, ou seja, de causa desconhecida. Os hábitos
alimentares podem ser corrigidos: aumentar a ingesta hídrica (o
ideal seria cerca de 2 litros por dia); uma dieta equilibrada, com
redução de proteínas e do sal. O sal comum (cloreto de sódio) é de
fácil acesso e muito apreciado por valorizar o sabor dos alimentos
e ter propriedades conservantes. Os alimentos industrializados, em
geral, como congelados, refrigerantes, sucos em caixinhas, embutidos,
conservas e sanduíches, são as maiores fontes de sal em excesso. A
necessidade diária de sal recomendada pela OMS é de, no máximo, 2,4
g ou 2.400 mg. O brasileiro ingere, em média, quatro vezes mais que o
recomendado. Além dos efeitos renais, o abuso do sal é prejudicial
também para o coração. Agrava a hipertensão arterial e causa a retenção
de líquidos. Em alguns casos, como os de doentes renais e hipertensos,
a recomendação é restringir a 1 grama por dia, ou seja, a quantidade
equivalente àqueles saquinhos que encontramos nas mesas de
restaurantes. O consumo abusivo de carnes, como recomendado em
dietas de emagrecimento da moda, por exemplo, a Dieta do Dr. Atkins
e South Beach, é contraindicado para pacientes com predisposição a
cálculos renais. O sedentarismo e a obesidade também são fatores de
risco para pedras nos rins. Um estudo publicado em 2009 pelo renomado
hospital Johns Hopkins (EUA) provou que pacientes submetidos a cirurgia
para redução do estômago têm aumento de quase o dobro de risco de
desenvolver cálculos renais. Portanto, a prática regular de atividades
físicas contribui para o controle da doença e uma vida saudável. Os
avanços recentes da Medicina permitem um tratamento cada vez menos
invasivo para as pedras nos rins. As cirurgias abertas, com corte, estão
praticamente abolidas, sendo substituídas pela cirurgia percutânea,
endoscópica e litotripsia extracorpórea. A cirurgia de litotripsia
transureteroscópica flexível com laser é uma nova opção, cada vez mais
realizada no exterior e nos melhores hospitais brasileiros, para cálculos
de até 2 cm, com altíssima eficácia e baixo risco, propiciando a alta
hospitalar em cerca de 24 horas.
segunda-feira, 16 de julho de 2012
A litíase renal chega a afetar 5% da população dos países
industrializados. Até há alguns anos, esses cálculos eram tratados
com cirurgia aberta, determinando uma morbidade muitas
vezes maior do que a da doença em si. O aparecimento de
técnicas mais modernas de tratamento de cálculo fez com que a
cirurgia aberta ficasse reservada para casos bastante complexos.
Atualmente, a maior parte dos cálculos pode ser tratada de forma
não-invasiva através de litotripsia extracorpórea por ondas de
choque, dispensando a necessidade de anestesia.
O aparecimento destas técnicas fez com que se estabelecessem
critérios de seleção para as diferentes formas de tratamento
da litíase. O tamanho do cálculo, sua composição e sua
localização anatômica são de grande importância na seleção
do tratamento ideal.
Aspectos epidemiológicos
A litíase urinária afeta a população numa proporção de
três homens para cada mulher, principalmente na faixa entre
20 e 50 anos de idade. Os países industrializados e de clima
tropical têm maior incidência de cálculo urinário quando comparados
aos países em desenvolvimento, fato decorrente das diferenças
entre o tipo de alimentação e da perda hídrica pelo suor.
Observa-se também que essa doença acomete mais os indivíduos
que compõem as camadas mais altas da pirâmide social.
A história familiar de litíase urinária aumenta em cerca de
duas vezes a probabilidade de um indivíduo apresentar a doença.
terça-feira, 10 de julho de 2012
CURIOSIDADE: Aquecimento Global aumenta risco de formação de pedra nos rins.
Um estudo realizado por cientistas norte-americanos sugere que a subida das temperaturas globais pode causar um aumento no número de pessoas afetadas por cálculo renal.
Segundo o estudo, publicado na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences, o aquecimento global poderá intensificar a desidratação, considerado um dos principais fatores de risco de pedras nos rins.
Os investigadores estimam que, até 2050, o aumento da temperatura poderá causar um acréscimo de 30% nos casos de pessoas que sofrem de pedras nos rins - ou seja, entre 1,6 milhões e 2,2 milhões de novos casos de cálculo renal.
Este estudo é um dos primeiros exemplos do aquecimento global causando uma conseqüência direta na saúde dos seres humanos», afirmou Margaret Pearle, que liderou o estudo.
De acordo com os pesquisadores, o aumento no número de casos de pedra nos rins aumentará numa área dos EUA conhecida como o «cinturão do cálculo renal» - área do país onde as temperaturas são mais elevadas e que compreende os Estados do Alabama, Arkansas, Florida, Geórgia, Louisiana, Mississipi, Carolina do Norte, Carolina do Sul e Tennessee.
O cálculo renal, ou nefrolitíase, é uma doença comum. As pedras nos rins, que são cristais formados por minerais dissolvidos na urina, podem ser causadas por problemas ambientais ou pelo metabolismo.
O baixo volume de urina aumenta diretamente o risco de pedras nos rins por causa do aumento da concentração de sais que formam os cristais.
Isso pode decorrer da pouca quantidade de líquidos ingeridos pelo paciente ou pela perda de água causada pela desidratação.
Os investigadores sublinham que há uma variação geográfica nos casos de cálculo renal que já foi atribuída às diferenças regionais de temperatura.
Um estudo realizado por cientistas norte-americanos sugere que a subida das temperaturas globais pode causar um aumento no número de pessoas afetadas por cálculo renal.
Segundo o estudo, publicado na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences, o aquecimento global poderá intensificar a desidratação, considerado um dos principais fatores de risco de pedras nos rins.
Os investigadores estimam que, até 2050, o aumento da temperatura poderá causar um acréscimo de 30% nos casos de pessoas que sofrem de pedras nos rins - ou seja, entre 1,6 milhões e 2,2 milhões de novos casos de cálculo renal.
Este estudo é um dos primeiros exemplos do aquecimento global causando uma conseqüência direta na saúde dos seres humanos», afirmou Margaret Pearle, que liderou o estudo.
De acordo com os pesquisadores, o aumento no número de casos de pedra nos rins aumentará numa área dos EUA conhecida como o «cinturão do cálculo renal» - área do país onde as temperaturas são mais elevadas e que compreende os Estados do Alabama, Arkansas, Florida, Geórgia, Louisiana, Mississipi, Carolina do Norte, Carolina do Sul e Tennessee.
O cálculo renal, ou nefrolitíase, é uma doença comum. As pedras nos rins, que são cristais formados por minerais dissolvidos na urina, podem ser causadas por problemas ambientais ou pelo metabolismo.
O baixo volume de urina aumenta diretamente o risco de pedras nos rins por causa do aumento da concentração de sais que formam os cristais.
Isso pode decorrer da pouca quantidade de líquidos ingeridos pelo paciente ou pela perda de água causada pela desidratação.
Os investigadores sublinham que há uma variação geográfica nos casos de cálculo renal que já foi atribuída às diferenças regionais de temperatura.
sexta-feira, 6 de julho de 2012
O consumo de leite (e seus
derivados) pode causar cálculo renal?
Não. A presença de cálculos de
oxalato de cálcio está mais relacionada a um distúrbio na capacidade de
reabsorção de cálcio pelo rim (hipercalciuria idiopatica), e não à excesso de
cálcio no organismo. É um erro comum do leigo fazer uma alimentação hipocalcica.
O consumo de leite e seus derivados deve ser normal, sem nenhum tipo de
restrição.
Existe algum produto que seja
realmente eficaz para dissolver cálculos renais?
Sim, existem medicamentos específicos
para isso e que devem ser prescritos pelo médico quando julgar conveniente após
a análise do quadro de cada paciente.
Um produto que tem se mostrado muito
eficaz na dissolução de cálculos renais é o NQI. Note que o produto se trata de
um suplemento nutricional voltado para o aumento da qualidade de vida e não de
um medicamento para cálculos renais, podendo ser consumido sem prescrição
médica. Acompanhamentos clínicos demonstram que mais de 90% dos pacientes que
utilizaram o suplemento NQI tiveram seus cálculos renais completamente
dissolvidos em um período de 30 a 180 dias, porém, a eficácia e o tempo de
dissolução vai variar dependendo do organismo de cada pessoa, do tipo dos
cálculos, do tamanho e da constituição das pedras.
quinta-feira, 5 de julho de 2012
É verdade que tomar Gatorade em excesso pode
causar cálculo renal?
Como faço para facilitar a visualização do cálculo pelo médico? Emagrecer ajuda?
A resposta é simples. A bebida Gatorade foi concebida para
reidratar atletas que praticam exercícios extenuantes, como maratona, triatlo,
etc. e que levam à perda de água e minerais do organismo. Uma maneira rápida e
eficiente de repor água e minerais a estes atletas são os isotônicos como por
exemplo o Gatorade. Neste grupo em especial (atletas profissionais), não deverá
haver acúmulo dos minerais, pois o organismo está carecendo deles, sem prejuízo
à função renal ou formação de pedras. Nos "atletas" que não se
enquadram nos esportes acima, não há perda excessiva de água e minerais do
organismo, por isso, se já houver uma predisposição no indivíduo, o excesso
vindo com a bebida terá que ser eliminado (excretado) pelo rim, assim formando
areia calculosa e até mesmo cálculos renais. O ideal após o exercício físico é
a ingestão de água mesmo.
Como faço para facilitar a visualização do cálculo pelo médico? Emagrecer ajuda?
Os métodos de exame (RX, ecografia,
urografia, etc.) sofrem pouca influência da sua gordura. Já no caso do
tratamento de cálculos renais, pode ser que o sobre peso atrapalhe a realização
de alguns procedimentos, como a litotrisia por exemplo.
quarta-feira, 4 de julho de 2012
É verdade que os cálculos renais
são compostos por cristais?
Sim, e tais cristais, em quantidade
suficiente para formar "lama" calculosa, podem realmente ocasionar dor, pois
obstruem, ainda que por pouco tempo, o ureter, causando dilatação e dor. Como
não é totalmente sólido, tende a se deslocar com a urina e ser eliminado
espontaneamente na maioria das vezes. É matéria prima de cálculo renal, por
isso, uma quantidade adequada de líquido deve ser ingerida, em torno de 2 litros
ao dia, bem distribuídos, para evitar que os cristais se unam e causem
obstrução. O normal, é que esta lama calculosa sempre seja eliminada com o
consumo regular de água, mas em muitos casos, devido a problemas de disfunção
metabólica, mesmo ingerindo muita água algumas pessoas não conseguem eliminar
este material, que se cristaliza e forma os cálculos renais.
terça-feira, 3 de julho de 2012
Como as pedras nos rins podem ser
detectadas?
A pedra no rim pode ser
assintomática, reconhecida somente em exames ocasionais. Na maioria das vezes, a
pedra no rim se apresenta com manifestação de dor, cólica e hematúria. Muitas
vezes, os cálculos podem obstruir a via urinária. A cólica
renal é o sintoma agudo de dor severa, que pode requerer tratamento
com analgésicos potentes. Geralmente, a cólica está associada a náuseas,
vômitos, agitação. A cólica inicia quase sempre na região lombar, irradiando-se
para a fossa ilíaca, testículos e vagina. No sedimento urinário, pode-se
observar hematúria que, com a dor em cólica, nos permite pensar na passagem de
um cálculo. A investigação clínica, na fase aguda, inclui além do exame comum de
urina, um RX simples de abdômen e uma ecografia abdominal.
Ao fazer uma ultrasonografia e
constatar uma litíase renal de
até 5mm, muitos médicos recomendam a ingestão de bastante água e que em caso de
dor o paciente tome uma injeção de Voltaren. Gostaria de saber se é somente isso
que se deve fazer e se isso pode causar algum problema por causa da pedra
?
O cálculo renal, apesar de ser
produzido pelo seu próprio organismo, é um corpo estranho dentro do seu rim e
pode, além de machucar o delicado revestimento interno do rim, abrigar
bactérias. Uma pedra ainda pequena pode ser expelida com a urina, mas geralmente
com dor (cólica renal). Em muitos casos, ela também pode aumentar de tamanho
devido à deposição diária de cristais eliminados na urina. O ideal é buscar
rapidamente algum tratamento, mesmo que a pedra seja pequena.
Uma opção muito recomendada por
urologistas é a litotripsia extracorpórea (LECO), que visa quebrar o cálculo e
deixá-lo sob forma de poeira (fragmentos bem pequenos). Ao contrário do que se
pensa, a ingestão de líquido em excesso nem sempre é bem vinda, pois dependendo
da posição do cálculo pode agravar ainda mais a situação (numa situação de
obstrução das vias urinárias - ureter por exemplo, o excesso de água pode
ocasionar o aumento da dor e o aumento da filtração renal do lado
comprometido).
segunda-feira, 2 de julho de 2012
Quais são os sintomas de quem possui pedra nos
rins?
Como as pedras nos rins podem ser detectadas?
Embora a pedra nos rins possa causar
diferentes sintomas, dependendo da localização, tamanho e formato, a forte dor
que ocorre repentinamente associada a movimentação da mesma pedra é um dos
sintomas que a maioria dos pacientes não esquecerá tão cedo. Outros sintomas
podem incluir:
-
Vontade frequente de urinar;
-
Dor na hora de urinar;
-
Infecção;
-
Urina com sangue;
-
Febre ou náusea;
-
Dor entre as costelas e a região dos quadris.
Como as pedras nos rins podem ser detectadas?
A pedra no rim pode ser
assintomática, reconhecida somente em exames ocasionais. Na maioria das vezes, a
pedra no rim se apresenta com manifestação de dor, cólica e hematúria. Muitas
vezes, os cálculos podem obstruir a via urinária. A cólica
renal é o sintoma agudo de dor severa, que pode requerer tratamento
com analgésicos potentes. Geralmente, a cólica está associada a náuseas,
vômitos, agitação. A cólica inicia quase sempre na região lombar, irradiando-se
para a fossa ilíaca, testículos e vagina. No sedimento urinário, pode-se
observar hematúria que, com a dor em cólica, nos permite pensar na passagem de
um cálculo. A investigação clínica, na fase aguda, inclui além do exame comum de
urina, um RX simples de abdômen e uma ecografia abdominal.
sábado, 30 de junho de 2012
Posso ser considerado pessoa de risco para
formação de cálculo renal ?
Fatores de risco e o quadro clínico do paciente variam dependendo do tipo de pedra existente. Há, contudo, algumas características similares encontrada em “formadores de pedras”, as quais inclui:
Obviamente que apesar destas características estarem presentes na maioria dos "formadores de pedras nos rins", qualquer pessoa pode vir a ter cálculos renais.
Fatores de risco e o quadro clínico do paciente variam dependendo do tipo de pedra existente. Há, contudo, algumas características similares encontrada em “formadores de pedras”, as quais inclui:
-
Histórico de família (genética - problemas metabólicos);
-
Homens entre 30-50 anos;
-
Reduzido consumo de água;
-
Habitante de clima quente.
Obviamente que apesar destas características estarem presentes na maioria dos "formadores de pedras nos rins", qualquer pessoa pode vir a ter cálculos renais.
sexta-feira, 29 de junho de 2012
Quando certos produtos químicos da
urina juntam-se formando cristais, uma massa dura chamada “cálculo renal ou
pedra no rim” ocorre. A maioria das pedras começam a se formar nos rins e
algumas podem se deslocar para outras partes da extensão urinária, incluindo o
ureter ou o a bexiga. Elas variam de tamanho, sendo que as pedras maiores podem
bloquear o fluxo da urina ou causar irritação na parede interior da extensão
urinária.
Pedra nos rins, ou “Nefrolitíase” é
um distúrbio comum e com uma incidência cada vez maior em todo o mundo. É uma
doença encontrada com mais freqüência em homens de meia idade. Existem cinco
tipos principais de pedra de rim, pedra de cálcio (85%), pedras relacionadas a
infecções (8%), pedra de ácido úrico (5%), pedra de cistina (1%), e outras
pedras mais raras (1%) como a xanteno.
Para pacientes que já tiveram sua
primeira pedra no rim, torna-se difícil prognosticar a probabilidade de retorno
de novas pedras. Até 70% dos pacientes que tiveram pedra no rim, terão uma outra
no espaço de até 10 anos caso não recorram a nenhum tipo de tratamento
preventivo. Contudo, pacientes que têm uma disfunção metabólica grave podem ter
múltiplas pedras formando-se mensalmente. Muitas destas pedras ocorrem novamente
no espaço de 5 a 7 anos, sendo que o pico desta ocorrência acontece nos dois
primeiros anos. A medida que os pacientes que já tiveram pedra no rim
envelhecem, a taxa de formação de novas pedras parece declinar e a não
ocorrência geralmente acontece na faixa etária dos 50 anos.
Ainda que algumas pedras possam ser
eliminadas naturalmente, recomenda-se sempre que possível acompanhamento e
tratamento. Normalmente, o método mais utilizado por urologistas no Brasil é a
litotripsia, mesmo sabendo dos malefícios indiretos que este procedimento
normalmente causa. Atualmente, muitas pessoas tem buscado alternativas como
chás, misturas naturais e receitas caseiras, o que em alguns casos até ajuda,
mas infelizmente não resolve o problema, pois não corrige a disfunção metabólica
que ocasionou as pedras.
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quinta-feira, 28 de junho de 2012
O que é cólica renal, e quais são as suas características?
A dor do calculo renal é muito forte, tipo cólica ou aperto, aguda, ou seja, súbita, e cíclica. É
uma dor lombar alta, unilateral, podendo irradiar para flanco (região lateral do
abdome), pela pelve e grandes lábios na mulher ou testículo nos homens.
A dor na maioria das vezes é intolerável, realmente intensa, muitos
médicos afirmam que provavelmente seja a dor de maior intensidade.
É importante salientar que a posição ou o movimento do corpo não
influem no aparecimento nem na intensidade dessa dor.
Alguns sintomas podem estar associados à cólica
renal, o principal deles é o vômito seguido de sangue na urina, febre
e dor ao urinar.
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quarta-feira, 27 de junho de 2012
Existe prevenção para calculo renal?
Sim, entretanto, uma vez tido um calculo renal, a pessoa sempre
estará susceptível à formação de novos calculos.
A ingestão de aproximadamente dois ou três litros de água por dia
pode ajudar a impedir que novos cálculos renais se formem.
Deve-se lembrar que a melhor forma de saber da saúde dos seus rins
é consultando um UROLOGISTA ou NEFROLOGISTA e realizando exames. Muito cuidado
porém quando escolher o profissional da saúde que vai lhe atender. Sempre que
possível procure um médico que seja de sua confiança, pois no caso de calculos
renais, não basta encaminhar o paciente para uma litotripsia que é extremamente rentável ao invés de
realmente avaliar as melhores soluções e buscar uma alternativa menos agressiva
ao organismo. Em alguns casos a litotripsia pode ser mesmo
a melhor opção de tratamento, mas não em todos os casos como pregam alguns
profissionais de saúde.
A respeito de pacientes com uma grande predisposição a formação de
calculos renais, pode-se realizar uma investigação metabólica, a qual
normalmente é indicada para os pacientes com litíase recorrente. Para estes
pacientes, o uso do NQI tem sido fundamental, com uma
grande eficácia na maioria dos casos, impedindo a formação de novos calculos
renais.
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terça-feira, 26 de junho de 2012
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quinta-feira, 21 de junho de 2012
CÁLCULO RENAL | Causas e sintomas
A pedra no rim, também conhecida como cálculo renal ou litíase renal, é uma doença muito comum, causada pela cristalização de sais mineiras presentes na urina. A crise de cólica renal é um dos eventos mais dolorosos que um paciente pode experimentar durante a vida. A dor causada pelo cálculo renal é muitas vezes descrita como sendo pior do que a de um parto, fratura óssea, ferimentos por arma de fogo ou queimaduras.
Nesta primeira parte do artigo sobre pedra nos rins iremos abordar os seguintes pontos sobre o cálculo renal:
A pedra no rim é exatamente o que o nome diz, uma formação sólida composta por minerais que surge dentro dos rins. Mais de 70% das pedras são compostas por sais de cálcio, como oxalato de cálcio e fosfato de cálcio. Também existem cálculos à base de ácido úrico, estruvita (magnésio + amônia + fosfato) e cistina.
Entender a formação das pedras é simples. Imaginem um copo cheio de água clara e transparente. Se jogarmos um pouco de sal, este se diluirá e tornará a água um pouco turva. Se continuarmos a jogar sal no copo, a água ficará cada vez menos clara, até o ponto em que o sal começará a se precipitar no fundo do copo. A precipitação acontece quando a água fica super saturada com sal, isto é, a quantidade de água presente já não é mais suficiente para diluir o sal.
Este é o princípio da formação dos cálculos. Quando a quantidade de água na urina não é suficiente para dissolver todos os sais presentes na mesma, estes retornam a sua forma sólida e precipitam nas vias urinárias. Os sais precipitados na urina tendem a se aglomerar, formando, com o passar do tempo, as pedras.
Esta precipitação dos sais presentes na urina ocorre basicamente por dois motivos: falta de água para diluir ou excesso de sais para serem diluídos.
A maioria dos casos de cálculo renal ocorre por falta de água para diluir a urina adequadamente, tendo como origem a pouca ingestão de líquidos. Porém, há um grupo de pacientes que mesmo bebendo bastante água ao longo do dia continua a formar pedras. São as pessoas com alterações na composição natural urina, apresentando excesso de sais minerais, em geral, excesso de cálcio. A quantidade de cálcio na urina é tão grande que mesmo com um boa ingestão de água este ainda consegue se precipitar.
Fatores de risco para o cálculo renal
Como acabei de explicar, ter água suficiente na urina é essencial para prevenir a formação de cálculos. Pacientes que costumam desenvolver cálculos bebem, em média, menos 300 a 500 ml de água por dia quando comparados com pessoas que nunca tiveram pedra nos rins. Pessoas que vivem em países de clima tropical ou trabalham em locais muitos quentes devem procurar se manter sempre bem hidratados para evitar a produção de uma urina muito concentrada.
O tipo de líquido ingerido não tem muita importância. Ainda não há estudos definitivos que possam afirmar com 100% de clareza que um tipo de líquido é superior a outro. Alguns trabalhos sugerem que além da água, suco de laranja, café e chás (incluindo o famoso chá de quebra-pedra) possam ter algum benefício. Já o suco de toranja (jamboa ou grapefruit) parece ser prejudicial, aumentando o risco de formação das pedras. Em relação às bebidas alcoólicas, há controvérsias, havendo estudos que indicam aumento da formação dos cálculos e outros que sugerem redução da formação, principalmente com o consumo de vinho. Excesso de vitamina C aumenta a excreção renal de oxalato, aumentando o risco de pedras de oxalato de cálcio.
Pessoas que já tiveram pelo menos um episódio de cálculo renal ou que tenham história familiar de pedras no rim devem urinar pelo menos 2 litros por dia. Como ninguém vai ficar coletando urina o dia inteiro para medir o volume, uma dica é acompanhar a cor da urina. Uma urina bem diluída tem odor fraco e coloração bem clara, quase transparente (leia: URINA COM CHEIRO FORTE). Se a sua urina está muito amarelada, isto indica desidratação.
Em relação à dieta, existem alguns hábitos que podem aumentar a incidência de pedras nos rins, principalmente se o paciente já tiver concentrações de cálcio na urina mais elevadas que a média da população. Dietas ricas em sal, proteínas e açúcares são fatores de risco. Curiosamente, apesar da maioria dos cálculos serem compostos de cálcio e surgirem por excesso de cálcio na urina, não há necessidade de restringir o consumo do mesmo na dieta. A restrição, aliás, pode ser prejudicial. Se você já está perdendo cálcio em excesso na urina e não o repõe com a dieta, o seu organismo vai buscar o cálcio que precisa nos ossos, podendo levar à osteoporose precoce (leia: OSTEOPOROSE | Sintomas e tratamento). O único cuidado deve ser com os suplementos de cálcio, já que o consumo destes, principalmente quando em jejum, parece aumentar o risco de pedra nos rins.
Outros fatores de risco para o surgimento de cálculos são: obesidade, idade acima de 40 anos, hipertensão, gota, diabetes, ser do sexo masculino e ganho de peso muito rápido.
É importante lembrar que existem também os cálculos renais formados pela precipitação de algumas drogas nos rins. Várias medicações podem ter como efeito colateral a formação de pedra. Os mais comuns incluem: indinavir, atazanavir, guaifenesina, triantereno, silicato e drogas à base de sulfa, como sulfassalazina e sulfadiazina.
Sintomas do cálculo renal
Muitos pacientes possuem pedras nos seus rins e não apresentam sintoma algum. Se a pedra se formar dentro do rim e ficar parada dentro do mesmo, o paciente pode ficar anos assintomático. Muitas pessoas descobrem o cálculo renal por acaso, durante um exame de imagem abdominal, como ultrassom ou tomografia computadorizada, solicitados por qualquer outro motivo.
Pedras muito pequenas, menores que 3 milímetros (0,3 centímetros), podem percorrer todo o sistema urinário e serem eliminadas na urina sem provocar maiores sintomas. O paciente começa a urinar e de repente nota que caiu uma pedinha no vaso sanitário.
O sintoma clássico do cálculo renal, chamado cólica renal, surge quando uma pedra de pelo menos 4 mm (0,4 cm) fica impactada em algum ponto do ureter (tubo que leva a urina do rim à bexiga), causando obstrução e dilatação do sistema urinário.
A cólica renal é habitualmente uma excruciante dor lombar, que costuma ser a pior dor que o paciente já teve na vida. A cólica renal deixa o paciente inquieto, se mexendo o tempo todo, procurando em vão uma posição que lhe proporcione alívio. Ao contrário das dores da coluna, que melhoram com repouso e pioram à movimentação, a cólica renal dói intensamente, não importa o que o paciente faça. Por vezes, a dor é tão intensa que vem acompanhada de náuseas e vômitos. Sangue na urina (leia: HEMATÚRIA (URINA COM SANGUE )) é frequente e ocorre por lesão direta do cálculo no ureter.
A cólica renal costuma ter três fases:
1- A dor inicia-se subitamente e atinge seu pico de intensidade em mais ou menos1 ou 2 horas.
2- Após atingir seu ápice, a dor da cólica renal permanece assim por mais 1 a 4 horas, em média, deixando o paciente "enlouquecido" de dor.
3- A dor começa a aliviar espontaneamente e ao longo de mais 2 horas tende a desaparecer.
Em alguns desafortunados, o processo todo chega a durar mais de 12 horas, caso o mesmo não procure atendimento médico.
Se a pedra ficar impactada na metade inferior do ureter, a cólica renal pode irradiar para a perna, grandes lábios ou testículos (leia: DOR NOS TESTÍCULOS | Principais causas). Também é possível que a pedra consiga atravessar todo o ureter, ficando impactada somente na uretra, que é o ponto de menor diâmetro do sistema urinário. Neste caso a dor ocorre na região pélvica e vem acompanhada de ardência ao urinar (leia: DISÚRIA | DOR AO URINAR | Causas) e sangramento. Muitas vezes o paciente consegue reconhecer que há um pedra na sua uretra, na iminência de sair.
Geralmente, pedras menores que 5 cm costumam sair espontaneamente pela urina. As que medem entre 0,5 e 0,8 cm têm dificuldade de serem expelidas. Podem até sair, mas custam muito. Cálculos maiores que 0,9 cm são grandes demais e não passam pelo sistema urinário, sendo necessária uma intervenção médica para eliminá-los.
Estes cálculos grandes podem ficar impactados no ureter, provocando uma obstrução à drenagem da urina e consequente dilatação do rim, a qual damos o nome de hidronefrose. A urina não consegue ultrapassar a obstrução e acaba ficando retida dentro do rim. As hidronefroses graves devem ser corrigidas o quanto antes, pois quanto maior o tempo de obstrução, maiores as chances de lesões irreversíveis do rim obstruído.
Cálculo coraliforme: um caso a parte
O cálculo coraliforme tem esse nome porque apresenta a aparência de um coral. São os maiores cálculos e ocorrem geralmente em pacientes com infecção urinária por uma bactéria chamada Proteus. Esta bactéria aumenta o pH da urina e favorece a precipitação de sais, principalmente o de estruvita, composto por fosfato, amônia e magnésio
O cálculo coraliforme é tão grande que é facilmente visualizado em uma simples radiografia de abdômen. Pelo seu tamanho e forma, o cálculo coraliforme não consegue sair na urina e um procedimento médico faz-se sempre necessário para sua retirada. Se não for tratado, este cálculo leva a infecções urinárias de repetição e cicatrizes nos rins, podendo causar insuficiência renal terminal.
Nesta primeira parte do artigo sobre pedra nos rins iremos abordar os seguintes pontos sobre o cálculo renal:
- Como surge a pedra nos rins
- Fatores de risco para cálculo renal
- Sintomas do cálculo renal
- Cálculo coraliforme
A pedra no rim é exatamente o que o nome diz, uma formação sólida composta por minerais que surge dentro dos rins. Mais de 70% das pedras são compostas por sais de cálcio, como oxalato de cálcio e fosfato de cálcio. Também existem cálculos à base de ácido úrico, estruvita (magnésio + amônia + fosfato) e cistina.
Entender a formação das pedras é simples. Imaginem um copo cheio de água clara e transparente. Se jogarmos um pouco de sal, este se diluirá e tornará a água um pouco turva. Se continuarmos a jogar sal no copo, a água ficará cada vez menos clara, até o ponto em que o sal começará a se precipitar no fundo do copo. A precipitação acontece quando a água fica super saturada com sal, isto é, a quantidade de água presente já não é mais suficiente para diluir o sal.
Este é o princípio da formação dos cálculos. Quando a quantidade de água na urina não é suficiente para dissolver todos os sais presentes na mesma, estes retornam a sua forma sólida e precipitam nas vias urinárias. Os sais precipitados na urina tendem a se aglomerar, formando, com o passar do tempo, as pedras.
Esta precipitação dos sais presentes na urina ocorre basicamente por dois motivos: falta de água para diluir ou excesso de sais para serem diluídos.
A maioria dos casos de cálculo renal ocorre por falta de água para diluir a urina adequadamente, tendo como origem a pouca ingestão de líquidos. Porém, há um grupo de pacientes que mesmo bebendo bastante água ao longo do dia continua a formar pedras. São as pessoas com alterações na composição natural urina, apresentando excesso de sais minerais, em geral, excesso de cálcio. A quantidade de cálcio na urina é tão grande que mesmo com um boa ingestão de água este ainda consegue se precipitar.
Fatores de risco para o cálculo renal
Como acabei de explicar, ter água suficiente na urina é essencial para prevenir a formação de cálculos. Pacientes que costumam desenvolver cálculos bebem, em média, menos 300 a 500 ml de água por dia quando comparados com pessoas que nunca tiveram pedra nos rins. Pessoas que vivem em países de clima tropical ou trabalham em locais muitos quentes devem procurar se manter sempre bem hidratados para evitar a produção de uma urina muito concentrada.
O tipo de líquido ingerido não tem muita importância. Ainda não há estudos definitivos que possam afirmar com 100% de clareza que um tipo de líquido é superior a outro. Alguns trabalhos sugerem que além da água, suco de laranja, café e chás (incluindo o famoso chá de quebra-pedra) possam ter algum benefício. Já o suco de toranja (jamboa ou grapefruit) parece ser prejudicial, aumentando o risco de formação das pedras. Em relação às bebidas alcoólicas, há controvérsias, havendo estudos que indicam aumento da formação dos cálculos e outros que sugerem redução da formação, principalmente com o consumo de vinho. Excesso de vitamina C aumenta a excreção renal de oxalato, aumentando o risco de pedras de oxalato de cálcio.
Pessoas que já tiveram pelo menos um episódio de cálculo renal ou que tenham história familiar de pedras no rim devem urinar pelo menos 2 litros por dia. Como ninguém vai ficar coletando urina o dia inteiro para medir o volume, uma dica é acompanhar a cor da urina. Uma urina bem diluída tem odor fraco e coloração bem clara, quase transparente (leia: URINA COM CHEIRO FORTE). Se a sua urina está muito amarelada, isto indica desidratação.
Em relação à dieta, existem alguns hábitos que podem aumentar a incidência de pedras nos rins, principalmente se o paciente já tiver concentrações de cálcio na urina mais elevadas que a média da população. Dietas ricas em sal, proteínas e açúcares são fatores de risco. Curiosamente, apesar da maioria dos cálculos serem compostos de cálcio e surgirem por excesso de cálcio na urina, não há necessidade de restringir o consumo do mesmo na dieta. A restrição, aliás, pode ser prejudicial. Se você já está perdendo cálcio em excesso na urina e não o repõe com a dieta, o seu organismo vai buscar o cálcio que precisa nos ossos, podendo levar à osteoporose precoce (leia: OSTEOPOROSE | Sintomas e tratamento). O único cuidado deve ser com os suplementos de cálcio, já que o consumo destes, principalmente quando em jejum, parece aumentar o risco de pedra nos rins.
Outros fatores de risco para o surgimento de cálculos são: obesidade, idade acima de 40 anos, hipertensão, gota, diabetes, ser do sexo masculino e ganho de peso muito rápido.
É importante lembrar que existem também os cálculos renais formados pela precipitação de algumas drogas nos rins. Várias medicações podem ter como efeito colateral a formação de pedra. Os mais comuns incluem: indinavir, atazanavir, guaifenesina, triantereno, silicato e drogas à base de sulfa, como sulfassalazina e sulfadiazina.
Sintomas do cálculo renal
Muitos pacientes possuem pedras nos seus rins e não apresentam sintoma algum. Se a pedra se formar dentro do rim e ficar parada dentro do mesmo, o paciente pode ficar anos assintomático. Muitas pessoas descobrem o cálculo renal por acaso, durante um exame de imagem abdominal, como ultrassom ou tomografia computadorizada, solicitados por qualquer outro motivo.
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| Cálculo renal |
O sintoma clássico do cálculo renal, chamado cólica renal, surge quando uma pedra de pelo menos 4 mm (0,4 cm) fica impactada em algum ponto do ureter (tubo que leva a urina do rim à bexiga), causando obstrução e dilatação do sistema urinário.
A cólica renal é habitualmente uma excruciante dor lombar, que costuma ser a pior dor que o paciente já teve na vida. A cólica renal deixa o paciente inquieto, se mexendo o tempo todo, procurando em vão uma posição que lhe proporcione alívio. Ao contrário das dores da coluna, que melhoram com repouso e pioram à movimentação, a cólica renal dói intensamente, não importa o que o paciente faça. Por vezes, a dor é tão intensa que vem acompanhada de náuseas e vômitos. Sangue na urina (leia: HEMATÚRIA (URINA COM SANGUE )) é frequente e ocorre por lesão direta do cálculo no ureter.
A cólica renal costuma ter três fases:
1- A dor inicia-se subitamente e atinge seu pico de intensidade em mais ou menos1 ou 2 horas.
2- Após atingir seu ápice, a dor da cólica renal permanece assim por mais 1 a 4 horas, em média, deixando o paciente "enlouquecido" de dor.
3- A dor começa a aliviar espontaneamente e ao longo de mais 2 horas tende a desaparecer.
Em alguns desafortunados, o processo todo chega a durar mais de 12 horas, caso o mesmo não procure atendimento médico.
Geralmente, pedras menores que 5 cm costumam sair espontaneamente pela urina. As que medem entre 0,5 e 0,8 cm têm dificuldade de serem expelidas. Podem até sair, mas custam muito. Cálculos maiores que 0,9 cm são grandes demais e não passam pelo sistema urinário, sendo necessária uma intervenção médica para eliminá-los.
Estes cálculos grandes podem ficar impactados no ureter, provocando uma obstrução à drenagem da urina e consequente dilatação do rim, a qual damos o nome de hidronefrose. A urina não consegue ultrapassar a obstrução e acaba ficando retida dentro do rim. As hidronefroses graves devem ser corrigidas o quanto antes, pois quanto maior o tempo de obstrução, maiores as chances de lesões irreversíveis do rim obstruído.
Cálculo coraliforme: um caso a parte
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| Cálculo coraliforme |
O cálculo coraliforme é tão grande que é facilmente visualizado em uma simples radiografia de abdômen. Pelo seu tamanho e forma, o cálculo coraliforme não consegue sair na urina e um procedimento médico faz-se sempre necessário para sua retirada. Se não for tratado, este cálculo leva a infecções urinárias de repetição e cicatrizes nos rins, podendo causar insuficiência renal terminal.
Leia o texto original no site MD.Saúde: CÁLCULO RENAL | Causas e sintomas http://www.mdsaude.com/2009/01/calculo-renal-pedra-nos-rins.html#ixzz1yTXGvJSH
terça-feira, 19 de junho de 2012

Conhecida como LECO ou LEOC, a Litotripsia Extracorpórea por ondas de choque é sem dúvida o tratamento mais utilizado pelos urologista brasileiros para o tratamento de quadros de litíase (pedra nos rins, cálculo renal, cálculos urinários).
A Litotripsia teve seu início no princípio dos anos 80 e desenvolveu-se tecnicamente, tornando-se um dos métodos mais conhecidos em todo o mundo.
Porém, apesar de ainda muito popular e muito utilizada no Brasil, desde 2007 a litotripsia (fragmentação por ondas de choque externa), vem tendo seu uso descontinuado em países da América do Norte e da Europa, devido a riscos do desenvolvimento de diabets mellitus (16.8%) e hipertensão arterial (36.4%), o que se deve ao efeito mecânico direto da onda de choque de fragmentação sobre o rim e o pâncreas (Journal of Urology, 2006; 175 (5) : 1742 – 7).
Os excelentes resultados iniciais apresentados por Chaussy em 1980 utilizando a litotripsia, representaram o início de uma revolução no tratamento da litíase (pedra nos rins, cálculo renal, cálculos urinários), com séries subseqüentes confirmando a eficácia deste método. A litotripsia (LECO, LEOC) ganhou aceitação mundial e foi durante anos considerada a primeira opção de tratamento para a maioria dos cálculos renais e ureterais, de acordo com as recomendações da American Urological Association e da European Association of Urolog
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